VÍDEO: Vereadora Eliza Virgínia alerta igrejas após MPMG ajuizar Ação Civil Pública contra escola católica

A pré-candidata a deputada federal questionou a postura do Ministério Público, porque a escola é uma instituição confessional

Colégio Recanto do Espírito Santo, em Itaúna, na região Central de Minas. (Foto: divulgação).

A vereadora de João Pessoa e pré-candidata à deputada federal, Eliza Virgínia (PP), postou um vídeo em suas redes sociais criticando a postura do Ministério Público de Minas Gerais, por ter ajuizado uma Ação Civil Pública (ACP) contra um colégio particular da cidade de Itaúna-MG, alegando que a direção da unidade escolar teria praticado “discurso de ódio de cunho homotransfóbico”, ao distribuir aos pais dos alunos, um informativo alertando sobre o uso de símbolos como unicórnios, caveiras, arco-íris e o rosto do líder comunista Che Guevara.

A unidade estudantil trata-se de uma escola católica particular onde preza pelos ensinamentos da referida religião. “Educar na Verdade e no Caminho para a Vida. Somos um Colégio confessional Católico, que prima por uma educação integral e plena do aluno”, está escrito em um das redes sociais da instituição.

“Gente, mesmo o colégio tendo como base princípios e valores cristãos, porque é uma escola confessional, o Ministério Público está ai querendo tirar essa liberdade. Se tiram de uma escola confessional gente, o outro passo será as igrejas, cuidado!”, alertou Eliza Virgínia.

A escola distribuiu em janeiro deste ano cartilhas para os pais onde orientavam sobre os símbolos e deixava um alerta: “As principais ideologias antifamília têm feito de tudo para se instalar em nosso meio, e utilizam materiais infantis e com estampas que parecem ingênuas”.

Parte do material divulgado aos pais.

A AÇÃO JUDICIAL

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra o Colégio Recanto do Espírito Santo, situado no município de Itaúna, com pedido de indenização por danos morais coletivos no valor de pelo menos R$ 500 mil. A quantia, conforme o requerimento, deverá ser revertida a entidades representativas de pessoas LGBTQIA+ ou, alternativamente, ao Fundo Especial do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (Funemp), cuja aplicação deve ser destinada especificamente a projetos de enfrentamento à LGBTfobia.

De acordo com a ação proposta pelas Promotorias de Justiça de Direitos Humanos e de Defesa da Educação de Itaúna, em conjunto com a Coordenadoria de Combate ao Racismo e a Todas as Outras Formas de Discriminação (CCRAD) do MPMG, o Colégio Recanto do Espírito Santo encaminhou, em janeiro deste ano, material informativo para as famílias dos seus alunos com conteúdo de natureza homofóbica.

* Fonte em itálico – Assessoria – MPMG

Clique aqui e veja a matéria completa no site do MPMG.

Veja a postagem da vereadora Eliza Virgínia na íntegra:

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