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VÍDEO: “De Jeito nenhum sou homofóbica”, afirma Eliza Virgínia ao defender que o grande problema está “na militância”

A vice-presidente da Câmara de Vereadores de João Pessoa e pré-candidata à deputada federal, Eliza Virgínia (Progressista), concedeu uma entrevista ao programa Correio Debate na Rádio Correio 98 FM nesta terça-feira (28).

Na ocasião, Eliza debateu sobre homofobia e afirmou que não é homofóbica, mas que o problema nada mais do que “a militância”. Ela citou o caso da cantora Bruna Karla que foi bastante criticada nas redes sociais por ter defendido sua fé ao dizer que não cantaria em um casamento homossexual.

“No Brasil a militância tá tão infernal e o patrulhamento ideológico tá tão grande que não estão permitindo nem a gente defender a nossa própria fé, não estão permitindo nem a gente dizer algo do que a gente pensa, do que a gente acredita”, disse a parlamentar.

ESCOLA DOS BANCÁRIOS

Eliza explicou que uma escola estadual do bairro dos Bancários, na zona sul de João Pessoa, no ano de 2019 teria praticado doutrinação, ou seja, uma professora a qual se denomina lésbica, teria passado uma atividade no quadro para os alunos escreverem, e neste exercício continha dizeres como: ‘Sou um aluno preconceituoso, não gosto e odeio e tenho nojo de gays, trans e lésbicas. Vou à igreja semanalmente, fico amiguinha deles na escola somente para não levar processo, mas Deus, minha família e a igreja disse que tudo isso é safadeza’.

A vereadora questionou o tipo de ensino, porque na sala havia crianças cristãs e ela entendeu que o exercício constrangeu os discentes.

“Como é que uma professora faz uma coisa dessa dentro de uma sala de aula? O que ela quis dizer com isso? Ela quis botar todos aqueles meninos ali, todos alunos ali, contra aqueles meninos que são da igreja… ela foi chamada à atenção pelos próprios pais que acharam um absurdo… eu processei a escola”, relatou a vereadora.

A parlamentar lembrou que nesta mesma escola, no ano de 2019, teve uma atividade do 3º ano que foi divulgada pelo Whatsapp oficial da instituição, que no dia seguinte todo menino teria que ser vestir de menina e vice-versa. Na ocasião, segundo a vereadora, se não obedecesse a “brincadeira”, o estudante teria que pagar uma multa de 5 reais.

Confira abaixo a primeira parte da entrevista onde Eliza fala sobre o tema homofobia:

Portal PB News

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