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VÍDEO: “Que Deus salve as nossas crianças!”, diz Eliza Virgínia ao comentar sobre crianças e adolescentes submetidos à transição de gênero

Jovens trans falaram sobre transição de gênero na matéria do G1/SP — Foto: Reprodução/Divulgação/Juan Silva/g1 Design

A vereadora de João Pessoa, Eliza Virgínia (PP), comentou em suas redes sociais sobre uma notícia publicada pelo site de notícias G1, onde o veículo de informações produziu uma reportagem textual “para lembrar o Dia da Visibilidade Trans”, celebrado no último dia 29 de janeiro, dia em que a matéria foi ao ar.

A parlamentar cita o caso onde a mãe relata que percebeu que o filho seria trans aos dois anos de idade. “Eu percebi que o Gustavo era uma criança trans quando ele tinha 2 anos de idade. Ele sempre rejeitava tudo que era feminino”, disse a genitora ao site G1. “Isso não é normal gente!”, argumentou Eliza.

Na matéria do G1 diz que “atualmente, 380 pessoas identificadas como trans fazem transição de gênero gratuitamente no Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. Desse total, 100 são crianças de 4 a 12 anos de idade, 180 são adolescentes de 13 a 17 anos e 100 são adultos a partir dos 18 anos”.

O texto ainda informa que: “160 famílias que têm crianças e adolescentes que se identificam como transgêneros estão na fila de espera da triagem, que é feita por uma equipe multidisciplinar de especialistas”.

O PROCESSO

Na matéria do G1 explica com detalhes como é feito todo o processo de transição:

“Pela lei brasileira, a operação para adequação sexual só pode ser realizada em adultos acima dos 18 anos. Esta é a última etapa do processo de transição ou acompanhamento.

Em homens trans, além da retirada dos seios e útero, a genitália feminina pode ser modificada para se aproximar a um órgão sexual masculino. Nas mulheres trans, existe a possibilidade de se retirar o pênis e transformá-lo numa espécie de vagina.

Antes da cirurgia, no entanto, há a hormonização, que consiste na utilização de hormônio do sexo oposto no paciente. Injeções são aplicadas regularmente em adolescentes a partir dos 16 anos, seguindo recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM)”.

BLOQUEIO DA PUBERDADE

Ainda conforme o processo de transição de sexo, “as crianças e os adolescentes atendidos na USP podem receber um bloqueador hormonal para não entrarem na puberdade e desenvolverem características físicas com as quais não se identificam. Nos garotos trans, o bloqueio impedirá a menstruação e o crescimento das mamas. Nas meninas trans, os pelos do rosto deixarão de crescer, e a voz não engrossará”, explica a matéria do G1.

VEJA A MATÉRIA DO G1 COMPLETA AQUI

O QUE DIZ A PSIQUIATRA AKEMI SHIBA

A vereadora Eliza ressaltou uma matéria que foi publicada no site Gazeta do Povo com a fala da psiquiatra Akemi Shiba. A parlamentar enfatizou que conforme Shiba, “a mudança de sexo precoce pode deixar marcas irreparáveis na criança”.

Na matéria, a psiquiatra defende que trata-se de uma fase na vida da criança onde possivelmente ela pode estar sendo influenciada por celebridades, conteúdos produzidos por influenciadores digitais, vídeos, músicas, etc.

“É possível observar que em nossa sociedade há um estímulo muito grande na questão da transexualidade e principalmente pela parte de cantores, celebridades, séries e filmes, e até nas propagandas de grandes marcas”, trecho de Akemi Shiba.

“Nesse sentido a internet é uma grande praça. É como se largassem as crianças sozinhas no centro de uma grande cidade para dar as mãos a qualquer um. E sabe-se lá quem elas vão encontrar. Nem sempre quando os pais acham que as crianças estão em casa seguras, elas estão, de fato. Elas estão em contato com um mundo”, outro trecho da psiquiatra.

O QUE DIZ A NEUROCIÊNCIA

Eliza enfatizou também que a psiquiatra detalha estudos da neurociência, que diz que o cérebro do adolescente só começa amadurecer dos 18 aos 25 anos. Conforme o estudo, “tudo isso acontece no córtex-pré frontal, área responsável pelo pensamento crítico, tomada de decisão, autocontrole, planejamento, atenção, organização, controle de emoções, de riscos e impulsos […]”.

“Como a criança ainda está com essa região do cérebro imatura, não está em condições de tomar decisões muito importantes, das quais ela pode se arrepender amargamento quando crescer, quando tiver madura, e é o que está acontecendo”, disse Eliza.

“Infelizmente as 280 crianças que estão nesse processo de transição que começa logo cedo com hormonioterapia, colocando nas meninas hormônio para ela não criar seios, para não menstruar, para os meninos afinar a voz, elas estão sendo mutiladas. Que Deus salve as nossas crianças!”, finalizou Eliza.

Veja a postagem da vereadora na íntegra em seu Instagram:

Portal PB News

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