A delegada Maíra Roberta, chefe de Gabinete da Delegacia-Geral da Polícia Civil da Paraíba, disse que as investigações sobre o furto ocorrido no Hospital Padre Zé ocorrem em segredo de Justiça, e por esta razão algumas informações não podem ser repassadas sob pena de haver prejuízo à investigação que ainda se encontra em curso.
Ela adiantou que durante as investigações foram cumpridos mandados de busca e apreensão, onde foram apreendidos aparelhos eletrônicos que estão sendo submetidos à perícia. A delegada ressaltou que uma pessoa já se encontra indiciada por conta do furto.
“As investigações continuam ainda com o intuito de se esclarecer completamente o fato”, disse a autoridade policial.
ENTENDA
O Diretor do Hospital Padre Zé, padre Egídio de Carvalho Neto, da Paróquia Santo Antônio, renunciou o cargo na última segunda-feira (18) e quem assume é o padre George Batista.
A Arquidiocese da Paraíba emitiu uma nota e disse que até o momento não havia recebido “qualquer notificação oficial referente a investigações em curso relacionadas a possíveis irregularidades na gestão do Hospital Padre Zé”.

MATÉRIA DO MAISPB
Conforme matéria do portal de notícias MaisPB, as investigações dizem respeito a um registro de furto de celulares apreendidos pela Receita Federal e doados ao Hospital Padre Zé, em João Pessoa, como forma de aumentar a receita da instituição.
“O principal investigado é Samuel Rodrigues Cunha Segundo, que chegou a ser preso, mas foi posto em liberdade no início do mês. À época, a Polícia solicitou mais tempo à justiça para dar prosseguimento a apuração”, diz a matéria.
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