A vereadora Eliza Virgínia (PP), de João Pessoa, postou em suas redes sociais uma crítica à nova Lei das Fake News que será votada nesta terça-feira (02) no plenário da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional, em Brasília.
Ela cita em sua publicação, dados de uma matéria do site do partido NOVO, que destaca “5 armadilhas do Projeto de Lei 2630, o ‘PL da Censura'”.
Segundo a vereadora, o texto do Projeto de Lei 2630/2020 traz em si vários problemas para os brasileiros, tais como: transforma as plataformas em verdadeiras polícias digitais, ou seja, o internauta poderá ser responsabilizado pela moderação dos conteúdos; coloca em risco a liberdade de expressão; ameaça a liberdade religiosa sob a justificativa de combate ao “discurso de ódio”; cria um “Ministério da Verdade”, onde surgirá uma entidade do governo para controlar o conteúdo publicado; e por último, deixa os anúncios digitais mais caros.
Ela destacou ainda que o PL abre brecha para que o governo decida por decreto quem controlará as redes.
Eliza lembrou também que o relator do “PL da Censura”, Orlando Silva (PC do B-SP), é autor de um projeto há tempos atrás que repercutiu como negativo em meio às igrejas cristãs, porque reconhecia como família, a união de duas ou mais pessoas independente de gênero. Segundo Eliza, o projeto trazia também apoio ao incesto.

A CNN Brasil publicou uma matéria no último sábado (29) que traz na íntegra uma nota emitida pela Big Tech Meta, empresa responsável pelas redes sociais Facebook e Instagram, e pelo aplicativo WhatsApp. Clique aqui e veja.
O Google também disponibilizou um link em sua home page que direciona para uma matéria que trata exclusivamente do tema. Com o título “Como o PL 2630 pode piorar a sua internet”, o internauta pode acompanhar passo a passo as preocupações quanto ao ‘PL das Fake News’. Clique aqui e veja.
Confira a postagem da vereadora Eliza Virgínia:
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