HomeDestaquesSub-oficial da Aeronáutica suspeito de abuso sexual em escola cívico-militar é liberado...

Sub-oficial da Aeronáutica suspeito de abuso sexual em escola cívico-militar é liberado após audiência de custódia

O homem de 55 anos suspeito de cometer abuso sexual contra uma menina de 11 anos em uma escola cívico-militar, em Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa, passou por audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (31) e foi liberado.

Ele foi identificado como sub-oficial da Aeronáutica e trabalhava há 1 mês como monitor na Escola Municipal Cívico-Militar Maria José de Miranda Burity. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.

O diz que a Prefeitura de Cabedelo

Em nota, a Prefeitura de Cabedelo, por meio da Secretaria de Educação, informou que, após tomar conhecimento do ocorrido, acionou os órgãos responsáveis para apuração do fato. Foram convocados pela gestão escolar o Conselho Tutelar, a Guarda Municipal, a Polícia Militar e a Patente da Aeronáutica, que é responsável pelos militares que atuam na instituição.

O que diz a direção da escola

O diretor da escola, que está no cargo há 12 anos, informou que o suspeito já foi exonerado e não voltará a trabalhar na instituição, que funciona normalmente com as atividades. Na manhã desta quarta-feira (31), um oficial da Aeronáutica esteve na Delegacia da Mulher para acompanhar o caso. Familiares do suspeito também compareceram.

Sobre o caso

Segundo a denúncia, o homem é acusado de ter tocado no corpo da adolescente de forma imprópria e teria dito a outra adolescente que ela era “linda”. “A menina relatou que após o recreio, estava sozinha na sala aguardando o retorno das aulas, e ele (o monitor) chegou, elogiando ela, tocando no corpo dela, e ela ficou muito nervosa. Conversou chorando o tempo todo conosco e com a gestão da escola”, disse a conselheira tutelar Kethelyn Casado.

Protestos na escola

Alunos da Escola Municipal Cívico-Militar Maria José de Miranda Burity protestaram contra o suposto assédio sexual na manhã desta quarta-feira. Os estudantes levaram cartazes dizendo “Diga não ao assédio”, “Mexeu com uma mexeu com todas”, “Não queremos assédio, queremos aula”.

Portal Paraíba

Texto reproduzido do site Paraíba.com

Notícias relacionadas